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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

PRF e PRE registra 32 acidentes com 5 mortes nas estradas cearenses


prfA Polícia Rodoviária Federal (PRF-CE) e Polícia Rodoviária Estadual (PRE) registraram 32 acidentes nas estradas cearenses entre as 7 horas de sexta-feira (19) e 7 horas desta segunda-feira (22). Ao todo, 32 pessoas ficaram feridas e cinco morreram.
O acidente mais grave registrado pela polícia ocorreu neste domingo na cidade de Pacajus, Região Metropolitana de Fortaleza. Segundo a PRF uma colisão transversal entre um carro e caminhão matou uma pessoa. Acidente ocorreu na BR-116, no km 67,1 por volta das 7h20. Outras três pessoas ficaram feridas e encaminhadas para o Hospital Instituto Doutor José Frota (IJF), em Fortaleza.
Já na cidade de Boa Viagem, a 221 km da capital, na BR 020, km 201,0, às 00h40, uma colisão traseira entre moto e automóvel deixou o motociclista de 31 anos morto.
Atropelamentos
A PRF registrou nesse domingo o óbito de uma pessoa não identificada na BR-116, no km 12,3 em Messejana. O acidente aconteceu a 1 hora da manhã.
Já no município de Cascavel a 64 km da capital, um homem de 55 anos morreu atropelado na CE-253. O acidente ocorreu no domingo por volta das 18h30.
Fiscalizações estradas federais
Nos plantões de 19 a 21 de fevereiro, a PRF fiscalizou 1.543 veículos e 1.521 pessoas.  Foram lavrados 693 autos de infração, dos quais 64 por ultrapassagens indevidas. Doze usuários das rodovias federais receberam auxílios de viaturas em ronda. Foram recolhidas 15 animais que se encontravam soltos nas rodovias.
PRF disse que 120 pessoas foram sensibilizadas em atividades de educação para o trânsito. Foram realizados 693 testes de alcoolemia, 18 pessoas foram autuadas por estarem sob efeito de bebida alcoólica.
Excesso de Velocidade
Em quatro fiscalizações com os radares fotográficos, 669 imagens de veículos trafegando em excesso de velocidade foram capturadas.
Ceará Agora

Com oito mortes em 2015, Brasil é quinto país mais perigoso para jornalistas


              CASO GLEYDSON CARVALHO,
            FOI UM DOS MAIS EMBLEMÁTICOS
Em 2015, o Brasil voltou a se mostrar um dos países mais perigosos para o exercício da atividade jornalística, com o registro de oito mortes de profissionais no exercício da profissão, segundo relatório sobre a liberdade de imprensa divulgado nesta segunda-feira, (22/02), pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert). De acordo com levantamento mantido pela Press Emblem Campaign (PEC), organização não governamental mantida por jornalistas com sede na Suíça, o Brasil subiu cinco posições em relação à ultima pesquisa, e ocupa agora a 5ª colocação como país mais letal para os jornalistas, à frente de nações em guerra como Líbia, Iêmen e Sudão do Sul.
Um dos casos mais emblemáticos ocorreu em agosto do ano passado. O radialista Gleydson Carvalho apresentava seu programa quando homens armados invadiram o estúdio da rádio em que ele trabalhava, em Camocim (CE), e o alvejaram ao vivo. O jornalista morreu minutos depois, a caminho do hospital. Ficou também batizado por organizações internacionais que monitoram a atividade jornalística como "novembro negro" no Brasil o mês em que três execuções ocorreram em 11 dias: de um radialista em Pernambuco e de dois blogueiros independentes no Maranhão.
Os números de 2015 demonstram uma tendência de alta no país em comparação às pesquisas divulgadas em 2013/2012 (5) e 2014/2013 (7), que mediram a violência contra jornalistas entre outubro de um ano e outubro do ano seguinte. Agora as pesquisas são feitas de janeiro a dezembro de um mesmo ano.

Homem invade Catedral e quebra imagem de Jesus Cristo


Imagem foi encontrada com os braços quebrados (Foto: Reprodução / TV TEM)Uma imagem de Jesus Cristo crucificado foi encontrada destruída nesta segunda-feira (22) na Catedral de São José, em São José do Rio Preto (SP). A imagem foi encontrada por funcionários da igreja com os braços quebrados. O Cristo fica logo na entrada da capela. Segundo informações da polícia, imagens do circuito interno de segurança da igreja flagraram o momento que um rapaz chegou ao local e tentou abrir a porta de vidro que dá acesso à capela e também a secretaria da Catedral.
Homem arrombou portas para entrar no local e quebrar imagem (Foto: Reprodução / TV TEM)
Segundo a polícia, depois de estourar a porta da entrada, o criminoso foi para secretaria e arrombou uma porta de madeira, quebrou outra de vidro e entrou na sala onde revirou as gavetas, as mesas, mas não encontra nada de valor. A Polícia Civil agora vai analisar as imagens das câmeras de segurança para tentar localizar o suspeito.

Anel vaginal reduz em cerca de 30% risco de infeção com HIV


Um anel vaginal com microbicida reduz em cerca de 30% o risco de infeção com o vírus da Aids em mulheres, segundo os resultados de dois estudos clínicos publicados nesta segunda-feira. Os objetos, inspirados nos utilizados para contracepção ou tratamentos hormonais, tem o antiviral experimental Dapirivine, que se espalha gradualmente e deve ser trocado todos os meses. "O uso do anel é de particular interesse para as mulheres dos países em vias de desenvolvimento, onde as taxas de infeção com Aids são bastantes elevados e onde têm maior dificuldade em persuadir os homens a utilizar preservativos", disse Zeda Rosenberg, que dirige a parceria internacional para os microbicidas, que apresentou os resultados dos estudos. No total, 4.588 mulheres soronegativas com idades entre os 18 e 45 anos do Malawi, África do Sul, Uganda e Zimbabue participaram em dois dos três estudos clínicos entre 2012 e 2015. Aqueles que usaram o anel vaginal reduziram o seu risco de infeção de 27% para 31% em comparação com as que tinham um placebo, refere o estudo. Os anéis provaram ser mais eficazes em mulheres com idade superior a 25 anos, onde o risco da infeção reduziu em 61% num estudo e 37% em outro, consoante o anel utilizado. "Estes resultados dão uma nova esperança a muitas mulheres, que precisam de mais opções para efetivamente se protegerem", afirmou Rosenberg. Os resultados de ambos os estudos foram apresentados na Conferência sobre Retrovírus e Infeções Oportunistas, realizada esta semana em Boston, nos Estados Unidos da América. Cerca de 37 milhões de pessoas vivem com o vírus da Aids no mundo, dos quais mais de metade são mulheres, segundo o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos.

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