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sábado, 17 de junho de 2017

Batata frita dobra o risco de morrer


Batata frita e catchup

Quantas vezes por semana você consome batata frita? De acordo com estudo publicado no periódico científico American Journal of Clinical Nutrition, quem as come mais de duas vezes por semana corre um risco de morrer duas vezes maior do que aqueles que consomem menor quantidade do alimento.

É preciso ressaltar que isso não significa que a batata frita pode matar. Os pesquisadores apenas demonstraram que o consumo frequente do alimento pode estar relacionado à má qualidade da alimentação em geral.

A pesquisa

Por oito anos, a equipe de pesquisa rastreou os hábitos alimentares de 4.440 pessoas, entre 45 e 79 anos de idade. A quantidade de batatas que eles consumiam, independente da forma de preparo, foram analisadas a partir de um questionário sobre a frequência que ingeriam certos alimentos, respondido pelos participantes. A frequência podia variar entre uma vez por mês, duas a três vezes mensais, duas vezes por semana ou mais de três vezes semanais.

De todos os participantes do estudo, 236 morreram durante o levantamento. Os pesquisadores não encontraram uma relação direta entre o consumo de batatas fritas e as mortes, mas o que eles perceberam é que o consumo mais frequente aumenta o risco.

“A batata frita é um alimento que fornece muitas calorias, sódio e, algumas vezes, gordura trans e poucos nutrientes”, disse a nutricionista Jessica Cording, que não teve envolvimento no estudo, ao tabloide britânico on-line Daily Mail. A especialista explicou ainda que outros fatores podem ter indicado esses resultados, como a quantidade de batatas fritas que a pessoa consumia e como era sua alimentação diária.

Ceará tem 9 cidades líderes em chikungunya e dengue no País, Iguatu tá na lista


DENGUE
 
Fortaleza, Maranguape, Caucaia, Iguatu, Jaguaribara, Reriutaba, Acarape, Milagres e General Sampaio estão entre os municípios com maiores incidências de dengue e chikungunya do Brasil. Os dados são do boletim mais recente do Ministério da Saúde (MS), relativos à Semana 19, entre janeiro e maio desse ano.

Segundo o MS, na relação dos municípios com mais de um milhão de habitantes, a Capital cearense lidera com incidência de 291,4 casos de chikungunya a cada grupo de 100 mil pessoas. Os dados são de abril, explica o órgão federal.

Os números de maio são relativos até a semana 19, ou 13 de maio e aí também Fortaleza está em primeiro lugar com 17,7 mil casos comprovados e incidência acumulada entre janeiro e maio de 680,6 ocorrências positivas para cada 100 mil habitantes. Em casos da dengue, a Capital também chama atenção pelo número da doença, com 8.6 mil comprovações em laboratório e incidência acumulada no ano de 332,5 ocorrências para 100 mil habitantes. Goiânia, em Goiás, o total de registros da enfermidade soma sete mil, com incidência de 488,1 para o mesmo grupo de pessoas. No entanto, a Capital goiana tem um menor número de habitantes, com 1.5 milhão, enquanto a cidade de Fortaleza possui 2,5 milhões.

Maior

O que chama atenção da lista dos municípios com até 100 mil habitantes, é General Sampaio. Segundo dados do Ministério de abril, a incidência de chikungunya na cidade chegou a 3.856,8 casos, sendo a maior do Brasil. Até o dia 13 de maio, no acumulado, o município cearense apresenta relação entre número de casos e total da população de 5.054,8 confirmações para cada grupo de 100 mil pessoas.

Na listagem da dengue, Jaguaribara e Milagres também aparecem entre os primeiros. Sendo o primeiro, com incidência de 491,1casos em maio e o segundo com 590,3 confirmações para a doença pelo mesmo número de pessoas. Nos municípios entre 100 a 499 mil habitantes, outros três cearenses encabeçam a lista de 268 cidades no total da chikungunya para essa faixa populacional: Maranguape, Iguatu e Caucaia. A primeira com incidência de 608,5 confirmações para cada grupo de 100 mil moradores e acumulado, entre janeiro e maio, de 876,4 ocorrências. A segunda, com 341,9 registros para 100 mil e acumulado de 472,5 nos 133 dias do ano.

Já Caucaia apresenta incidência de 271,9 casos pelo mesmo grupamento e 1.097,6 no acumulado, com 3.9 mil pacientes na soma do ano. Além deles, Governador Valadares e Teófilo Otoni, ambos em Minas Gerais compões os cinco primeiros lugares num ranking nacional.

Em relação à dengue, Maranguape e Iguatu também aparecem nas primeiras colocações. Sendo o primeiro com incidência em abril de 540,5 confirmações para cada 100 mil pessoas e na soma do ano, são 678,5 casos para cada 100 mil habitantes. Iguatu tem incidência de 208,0 ocorrências positivas para 100 mil pessoas.

A Secretaria de Saúde do Estado informa que o Ceará investe em ações importantes no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor das duas arboviroses, além da zika. Entre elas, anunciadas pelo governador Camilo Santana, a liberação de incentivo de R$ 10 milhões para os municípios que atingirem os melhores resultados no enfrentamento às três doenças.

Para receber os recursos oriundos do Governo do Estado, cada cidade cearense precisa atender a critérios de execução das ações previstas no período de julho a dezembro de 2017.


Fonte Diário do Nordeste